Minerais Orgânicos e Inorgânicos – Saiba a Diferença!

Os minerais, micronutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo, não podem ser produzidos naturalmente pelo corpo humano e, por isso, é necessário consumi-los através da alimentação ou da suplementação.

O uso de suplementos e/ou alimentos fortificados é capaz de auxiliar a adequação de minerais da dieta. Para o desenvolvimento desses produtos, existem diferentes fontes minerais, como, por exemplo, os minerais inorgânicos e os orgânicos.

Os minerais inorgânicos

Na forma de óxidos, sulfatos, carbonatos e fumaratos – são os mais utilizados, hoje em dia, em suplementos nutricionais e na fortificação de alimentos. Todavia apresentam desvantagens, como interação com a matriz alimentar, alteração nas características organolépticas dos alimentos (cor, textura, sabor, odor), baixa biodisponibilidade, e, além disso, podem causar efeitos colaterais, dentre os quais se destacam o vômito, a diarreia, a constipação e a cólica.

Minerais Orgânicos

Em contrapartida, os minerais orgânicos, como, por exemplo, os minerais aminoácidos quelatos, são compostos por um mineral ligado a duas ou mais moléculas de aminoácidos. Essa fonte orgânica de minerais apresenta uma série de benefícios em relação às fontes inorgânicas, como alta biodisponibilidade e ausência de efeitos colaterais, o que garante sua efetividade nutricional. No âmbito da tecnologia de alimentos, os minerais aminoácidos quelatos não interagem com a matriz alimentar e não alteram as características sensoriais dos alimentos.

Há, no Mercado Mundial, uma enorme gama de suplementos minerais e alimentos fortificados que utilizam, em sua composição, fontes minerais que, por vezes, podem ser ineficazes, uma vez que não são absorvidas em quantidades suficientes para fazer efeito no organismo. Por isso, é imprescindível avaliar qual tipo de composto é apresentado no produto.

Minerais Orgânicos e Inorgânicos – Saiba a Diferença!
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